terça-feira, fevereiro 27, 2007

Big Brother

Como não pensar no Big Brother - a despeito da associação com o mundo criado por George Orwell, em 1984, entre outras associações - como uma moderna edição das arenas romanas, a platéia decidindo vida ou morte aos gladiadores? Se num tempo menos sofisticado tínhamos os leões a devorar os gladiadores, num tempo de neurose monetária e celebritites, temos os paredões que condenam os infelizes à privação dos R$ 1.000.000,00 e das câmeras que tanto fazem pela "carreira" dos Big Bobos, como se vê Sabrina, Graziela Massafera, etc...
O público de ontem e de hoje, cria seus "queridinhos", seus vilões, e assim purga suas frustrações mais íntimas punindo uns, glorificando outros... É das mais primitivas catarses, assim como o é também a contemplação artística, a catarse na sala de cinema.
Mas são emoções bem diferentes...

Um comentário:

Rafinha disse...

Dale Diego Alemão!